Acessórios ilegais que brasileiros adoram colocar no carro
Da película escura ao farol de xenônio improvisado, veja os itens mais comuns que colocam motoristas na mira da fiscalização.
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Muita gente personaliza o carro sem saber — ou sem querer saber — que está infringindo o Código de Trânsito Brasileiro. Segundo o UOL Carros, há uma série de modificações e acessórios amplamente usados nas ruas do país que são, na prática, proibidos por lei e podem render multas, retenção do veículo e até reprovação no licenciamento.
Entre os campeões de irregularidade, o UOL Carros destaca a película nos vidros mais escura do que o permitido pelo CONTRAN, que limita a transparência mínima em 75% para o para-brisa e vidros dianteiros. Apesar da regra existir há anos, o hábito de 'escurecer' o carro segue sendo um dos mais comuns nas grandes cidades brasileiras, especialmente em regiões de clima quente.
O portal aponta ainda outros itens frequentemente flagrados: faróis de xenônio ou LED instalados de forma não homologada, que podem ofuscar outros motoristas e são considerados modificação ilegal na iluminação original do veículo; além de calotas e rodas fora da especificação de fábrica sem o devido registro no DETRAN. Buzinas com sonoridade acima do limite permitido e equipamentos de som com potência que ultrapassa os decibéis legais também entram na lista, segundo o UOL Carros.
A fiscalização desses itens varia muito de estado para estado, o que cria a falsa sensação de que a prática é tolerada. O UOL Carros reforça que a ausência de autuação não significa legalidade — e que, em caso de acidente, a modificação irregular pode ser usada contra o motorista tanto na esfera administrativa quanto na judicial.
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