Cinco SUVs híbridos plenos custam menos de R$ 200 mil e não precisam de tomada
De chineses a japoneses e coreanos, o mercado brasileiro já oferece opções acessíveis de híbridos que se viram sozinhos sem carregador.
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Para quem quer economizar combustível sem depender de infraestrutura de recarga, o mercado brasileiro começa a oferecer alternativas concretas. Segundo o Auto+, há pelo menos cinco SUVs híbridos plenos — aqueles que carregam a própria bateria sem necessidade de tomada — disponíveis por menos de R$ 200 mil neste mês, alguns graças a promoções agressivas das montadoras.
O mais barato da seleção, de acordo com o Auto+, é o Omoda 5 Luxury, que sai por R$ 159.990 em condição promocional. O modelo combina um motor 1.5 turbo com um elétrico de 204 cv, somando 224 cv e consumo de 15,1 km/l na cidade segundo o Inmetro. Logo acima aparece o Toyota Yaris Cross XRE Hybrid, por R$ 172.390 — destaque por ser o único híbrido pleno flex da categoria, aceitando gasolina ou etanol, com consumo de até 17,9 km/l na cidade com gasolina, conforme dados do Inmetro citados pelo Auto+. O Kia Niro EX entra na lista graças a um bônus de R$ 20 mil praticado pela marca em setembro, caindo de R$ 194.990 para R$ 174.990, com eficiência de 19,8 km/l urbano — o melhor índice do grupo, segundo o Auto+.
O Hyundai Kona Hybrid Ultimate é o caso mais extremo de desconto: o Auto+ aponta que seu preço de tabela é R$ 219.990, mas a Hyundai o oferece por R$ 179.990 à vista até 7 de outubro. Mecanicamente próximo ao Niro — mesmo motor 1.6 GDI, 141 cv e câmbio de dupla embreagem —, ele registra 18,4 km/l na cidade. Fechando a lista, o GAC GS4 Premium aparece por R$ 191.990 e se diferencia pelo porte: 4,68 metros de comprimento, entre-eixos de 2,75 m e 638 litros de porta-malas declarados pelo fabricante, com um conjunto 2.0 aspirado mais motor elétrico de 182 cv, conforme levantamento do Auto+.
O recado do mercado é claro: a tecnologia híbrida plena deixou de ser exclusividade de modelos premium. Com a chegada de marcas chinesas e promoções pontuais das asiáticas tradicionais, o brasileiro que não quer se preocupar com carregador tem hoje um cardápio real de escolhas dentro de um orçamento mais controlado.
Fontes
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