BYD Dolphin Mini de segunda geração fica maior, ganha tração traseira e bagageiro dianteiro
Nova geração do elétrico urbano da BYD cresce em tamanho, muda de arquitetura e chega com motor mais potente e sensor LiDAR no teto
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A BYD está preparando uma versão completamente reformulada do Dolphin Mini, e as mudanças vão muito além de uma atualização cosmética. Segundo o Notícias Automotivas, o modelo de segunda geração abandona o painel de instrumentos tradicional em favor de uma cabine com layout inédito, apostando em uma proposta visual mais moderna e minimalista para o interior.
Um dos pontos de maior destaque, ainda de acordo com o Notícias Automotivas, é a ampliação da capacidade de ocupantes: o novo Dolphin Mini passará a acomodar cinco pessoas, deixando para trás a configuração mais restrita da geração atual. A mudança posiciona o carro em um segmento ligeiramente mais amplo, tornando-o mais competitivo entre os elétricos urbanos de entrada.
Os rascunhos oficiais divulgados pela montadora confirmam que o crescimento é concreto. Conforme o Motor1 Brasil, o novo Dolphin Mini terá 4,205 m de comprimento — 65 mm a menos do que o Dolphin convencional, mas sensivelmente maior do que a geração atual. Esse ganho de tamanho explica diretamente a chegada do quinto lugar.
A mudança de arquitetura é uma das mais significativas da nova geração. Segundo o Notícias Automotivas, o modelo abandona a tração dianteira e passa a adotar tração traseira — uma inversão que altera diretamente o comportamento dinâmico do carro e libera espaço na parte frontal para a inclusão de um bagageiro dianteiro, o chamado frunk. A novidade amplia a praticidade do veículo e o aproxima de uma proposta mais premium dentro do segmento de elétricos acessíveis.
No quesito desempenho, o Motor1 Brasil aponta que a nova geração contará com motor de 127 cv, número próximo ao citado anteriormente pelo Notícias Automotivas. Para abastecer esse conjunto, serão oferecidas duas opções de bateria: 30 kWh e 39,2 kWh, permitindo que a BYD atenda tanto quem prioriza preço quanto quem busca maior autonomia.
Outra novidade revelada pelos rascunhos, segundo o Motor1 Brasil, é a presença de um sensor LiDAR no teto — equipamento associado a sistemas avançados de assistência à direção e que raramente aparece em elétricos de entrada. O detalhe reforça a intenção da BYD de reposicionar o Dolphin Mini como uma opção mais completa dentro da sua linha de elétricos acessíveis.
Ainda não há confirmação oficial sobre datas de lançamento ou mercados de destino, mas a movimentação da montadora chinesa reforça a tendência de densificar seu portfólio elétrico com versões cada vez mais capazes dos modelos já existentes.
Fontes
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