Yamaha NMax 2026 chega R$ 400 mais cara e amplia distância de preço em relação à Honda PCX
Scooter japonesa passa a custar R$ 23.290 e ganha nova cor, mas mantém mecânica inalterada.
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A Yamaha atualizou a NMax ABS Connected para a linha 2026 com um reajuste de R$ 400 no preço sugerido, que agora chega a R$ 23.290 — valor que, segundo o Jornal do Carro, deixa a Honda PCX "nadando sozinha" na faixa abaixo dos R$ 21 mil. A rival mais barata da Honda, a PCX CBS, custa R$ 18.710, enquanto a versão DLX vai a R$ 21.050, criando uma diferença de até R$ 4.580 entre as duas scooters mais populares do segmento urbano brasileiro.
Do ponto de vista técnico, o Jornal do Carro aponta que não há mudanças no conjunto mecânico: o motor monocilíndrico de 160 cm³ com cilindro DiASil e sistema de Válvula Variável (VVA) segue entregando 15,1 cv a 8.000 rpm e 1,4 kgfm de torque a 6.500 rpm, sempre associado à transmissão CVT. O modelo mantém recursos como controle de tração, Stop & Start, freios a disco com ABS nas duas rodas e conectividade via aplicativo Y-Connect, que permite acompanhar dados de uso e receber notificações do smartphone no painel.
A principal novidade visual da linha 2026 é a chegada da cor Racing Blue, um azul metálico que substitui a Digital Grey, conforme destaca o Jornal do Carro. As opções Magma Brown e Solar Red seguem no catálogo. A scooter também mantém o sistema Smart Key, iluminação full LED e garantia de quatro anos — pacote que a Yamaha usa para justificar o posicionamento premium frente à concorrência direta.
Apesar do preço mais alto, os números de vendas revelam um desafio considerável para a marca: segundo o Jornal do Carro, com dados da Fenabrave de janeiro a novembro de 2025, a NMax somou 22.441 unidades vendidas no Brasil, enquanto a Honda PCX registrou 49.379 emplacamentos no mesmo período — mais do que o dobro. A scooter da Yamaha ocupou apenas a sexta posição na categoria que reúne Scooters e Cubs, o que evidencia que preço e volume de vendas ainda caminham em direções opostas para o modelo.
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